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Perfil

10/12/2010

Mais do que o sentido de humor e a capacidade de rir junto, o que já é uma grade coisa, vamos combinar, gosto (aprecio é uma palavra que me irrita) particularmente do despique. Das pessoas que respondem ao disparate, que entram no non sense e por aí vão. Não sei quantos minutos de trocas de galhardetes intercaladas com valentes gargalhadas de chorar. O que muy raramente acontece. Há sempre uma das partes que não corresponde, não está à altura. Só chora a rir. Tenho a felicidade de ter isso, que me lembre e de uma forma constante, com o meu querido amigo e só isso J. É de enlouquecer de bom, e com a Camila. Tivemos hoje um desses no meio de uma aula, de, literalmente, uma ponta da sala para a outra. Provavelmente o melhor módulo do curso e dos melhores professores da pós. Uma pena que não seja nosso orientador. A última, Perfil.

A situação concreta era: e quando um personagem não quer responder? O que é que a gente faz? Nada. A C. sai-se com um: OBRIGA. Não foi aos gritos, mas foi com intensidade. Amarra numa cadeira… Pronto, foi o suficiente…

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