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Pondo os demónios ao sol…

05/06/2014

O melhor de conhecermos os nossos demónios, de os aceitarmos e de fazermos as pazes com eles, é sabermos que não são eles que nos definem, que estão longe de ser a nossa identidade total, o lugar onde nos sentimos mais confortáveis. E que quanto mais e melhor os conhecermos, menos nos apanham desprevenidos, mais os podemos manter sob estreita vigilância.

A expressão dos nossos demónios passa a ser apenas um momento, que tem os seus motivos para acontecer. Soltar os demónios é provavelmente a forma que arranjámos de dizer: já chega. E, por isso, a expressão dos mesmos é válida. O perigo é não os reconhecermos, é deixar os demónios no leme, porque nesse momento não somos mais nós, enquanto seres completos, mas apenas o nosso pior lado, o lado que nos destrói… Alimentar os nossos demónios, ou deixar que os alimentem, é a melhor forma de nos autodestruirmos. E um desperdício gigantesco de vida, já que falamos nisso…

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