Seeing the world through new eyes everyday*

04/02/2014

Se insistes em ver apenas as falhas ao ponto de as procurares persistentemente, jamais curtirás a viagem, jamais chegarás ao destino final, e serás amargo e infeliz pro resto da vida. Ao contrário de te proteger, impede-te de viver. Acho uma chatice, isso, e um enorme desperdício de tempo.

É insuportável viver assim. Já pra não falar nas consequências desastrosas pra saúde física e mental que esse tipo de modo de vida, porque é um modo de vida que pode ou não ser adotado, acarreta. Façamo-lo por nós, apesar da resistência inicial, que faz parte, afinal, estamos a romper com um padrão de uma vida inteira (que precisa de ser alimentado, é disso que vive) e nem sequer a conseguimos ver, e ao mundo, com outros olhos. Mas vale cada segundo de esforço. E há um dia em que muda, puff, mudou. E paras de o alimentar em ti e nos outros. Para passares a alimentar outras coisas, outros estados de espírito certamente mais saudáveis, mais produtivos, que te levam mais e mais longe, até ao êxtase.

*Winner, PSB.

  • Elaine 04/02/2014 at 15:27

    Estou trabalhando duro para que chegue logo o dia do puff. Perfeitas definições.

    • Isa 04/02/2014 at 15:34

      independentemente de ser um pau de sebo essa coisa de alimentar a desgraça, a questão é: aonde é que isso nos leva? You see? de que adianta? O que fica por viver? É uma questão de desgaste de energia, a que gastas a comentar desgraça, ver desgraça, é perdida para sempre. E o resto não é vivido, simplesmente não é… <3

  • Bocagiano 05/02/2014 at 11:31

    O problema é quando temos as âncoras presas e que já não deixam o barco sair do local onde está. Podemos nadar e voltar ao barco que está ali parado, e, os filhos são e serão sempre as maiores âncoras que obrigam a voltar ao barco. Opções… :)

    • Isa 05/02/2014 at 11:45

      There is always a way out, always.

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