Livre

Sentir primeiro, pensar depois, incorporar os dois.

28/10/2015

O que seria de nós sem as sensações, com os cinco sentidos como meios para as proporcionar? Como seríamos tão mais limitados se não pudéssemos ver as cores do outono, cheirar a primavera, ouvir as ondas do mar, saborear morangos carnudos, tocar-nos uns aos outros.

O sentimento é o que está na base da arte, do que nos comove e nos move, do que nos emociona e nos une. Sentir é o verbo do amor, da comunhão, da pertença, da ligação, do vínculo, que está na base de todas as relações. Podemos admirar a qualidade e a capacidade de argumentação, ser fãs da ciência, rendermo-nos às descobertas tecnológicas. Mas nada disto serve para grande coisa, vinga, subsiste, se não o conseguirmos aplicar na prática, se não nos ajudar a lidar com a nossa vida emocional, que não se mede por bites, soundbites ou megabites, mas por batidas do coração, lágrimas de comoção, sorrisos nos olhos e afetos sinceros.

photo sentir artigoO meu primeiro artigo na revista Progredir, completo, aqui.

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