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Todo o meu amor pela Amélia Polenta

19/03/2013
Não sei por que motivo este filme não foi mais divulgado, deveria. É genial. Fica-me a dúvida no fim, e que se aplica a tantas outras situações, o não querer, ou o querer… O que fazemos e não fazemos tendo em conta o que conseguimos e não conseguimos aguentar. Mesmo que isso implique manter a psicose, por ser a única coisa que nos prende à vida, que nos permite vivê-la, da forma que melhor conseguimos, ainda que psicótica, por ser o que justifica a nossa existência. Ela não se quer curar por acreditar piamente que, ao fazê-lo, deixa de ter motivo para viver. É a velha história, quem somos depois de conhecermos a nossa neurose? Quem somos depois do outro? O facto de não estar sozinha, e se ver sozinha, apesar do bonitinho que gosta dela e a quer assim mesmo, poderia ter alguma influência, mas nós só vemos, mesmo, o que queremos ver, até estarmos preparados, e querermos, ver outra coisa qualquer… E ela não quis, conscientemente, não quis…

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  • clara 21/03/2013 at 23:59

    Marquei este post no meu google reader para tentar ver o filme quando tivesse um tempinho. Sou fã número 1 da Amelie, que mesmo depois de 50 visionamentos, me deixa sempre com um sorriso nos lábios.

    Bolas. Conheci um gajo há duas semanas. O gajo anda a engonhar-me um bocado (digo eu) e, de repente, vejo este filme e dou por mim a pensar se também terei em doida.

    O filme é

    • Isa 22/03/2013 at 00:04

      Ah, Clara, acho que não sofres da doença dela, né? Uma coisa é o estado de encantamento, de paixão, outra é uma doença… (mas a gente fica meio a pensar, fica… :) mas depois passa :D)

      Olha, a Amélia Polenta é o meu ideal de feminino, se fosse uma menina como deve ser queria ter aquele protótipo, é linda, feminina, foficha, autêntica, adoro-a.

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