Livre, Me and Mr Freud

Valeu

26/03/2016

Acho a ideia de escreveres como se fossem cartas original, e gosto da forma como está escrito. É como dizias, de fácil acesso e por vezes engraçado. E é o facto de ter capítulos pequenos que ainda me vai deixando andar prá frente, pois aguento-me durante um capitulo sem adormecer logo (acho que, às vezes, até tenho uns sonhos onde os teus personagens entram). Eu sou uma fã de prosa, histórias, aventuras passadas pra papel. Mas isso é talvez porque o desejo de aventura faz muito parte do meu ser.

Quem sabe tu um dia não escreves um romance baseado na tua vida e aventura no Brasil? Um romance que te leve para além da psicanálise, onde tu já ultrapassaste as questões e as razões dos porquês, onde as tuas personagens ou os teus heróis são um fruto da libertação do ser completamente livre e singular como só cada um seria, sem as barreiras mentais formadas por medos. Um romance como a vida de cada dia… Continua! Wiborg, Sofia.

Não sei se algum dia escreverei ficção, mas analisar menos e viver e sentir mais é certamente um dos meus maiores desafios e um objetivo a concretizar, na escrita e na vida, valeu.

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