The governments ruled by trillionaires want to be the sole providers of food, which is 100% poisoned, unnatural and created to sicken, sterilize, exterminate humans. 
Without farmers we all die in a matter of a few years max.
The governments ruled by trillionaires want to be the sole providers of food, which is 100% poisoned, unnatural and created to sicken, sterilize, exterminate humans. 
Without farmers we all die in a matter of a few years max.
Votar para quê? Se é a UE, a mando da OMS, ONU, WEF, quem comanda os destinos de Portugal? Para um buraco sem fundo… 
Bem sei que é silly season, mas não é por isso que o cérebro deixa de funcionar. E é nestas alturas, em que anda toda a gente distraída com o sol e o mar, que os governos aproveitam para validar o invalidável.
A biografia de Hesse custa a engolir, não só porque tem 700 páginas. Antes de me aventurar noutros, o meu próximo marco de leitura é o seu fim. 
Traçar marcos literários ajuda a evitar ler vários livros ao mesmo tempo.
Há os livros que devolvemos à estante, como marcador na página onde parámos. Por sabermos que não lá voltaremos tão cedo. Como o chato do Flaubert e os franceses em geral. Outros que mantemos por perto, os que planeamos acabar.
No entanto, no caso da bio de Hesse, é too close to home…
Por isso, tenho de fazer pausas muito regulares, inacreditáveis que são as sincronicidades.
Vidas sem valor parece desumano. Lamentavelmente, é o que se vive no mundo inteiro, e não só no terceiro.
O Ruy Castro fala nisso, ou tens uma desgraça na vida da qual superas ou a tua história não vale nada. Quando a maioria das pessoas tem uma história assim, normal. Não deixando, naturalmente, de ter os seus desafios.
E senti-o na pele, numa candidatura de emprego.
O que, naturalmente, não me foi dito. Mas, tendo em conta a sequência dos acontecimentos, parece-me óbvio. Principalmente dada a ausência de qualquer explicação. O que, infelizmente, não é estranho. Muita sorte sequer se terem dignado a dizer algo. A maioria não o faz. Principalmente quando ainda não houve qualquer contacto.
Carl Jung falava na importância de conhecermos o nosso Mito Pessoal, como veículo de autoconhecimento e prevenção de dissabores. Poupa anos de terapia. 
Porque um dos padrões está identificado.
Padrões são comportamentos automáticos dos quais nem nos damos conta, apenas nos resultados há coincidências. Desenvolvem-se e acabam sempre da mesma maneira, sem que tenhamos qualquer controlo sobre os mesmos.
Longe de serem meras histórias, os mitos estão pejados de conteúdo universal e respetiva sabedoria. Os símbolos, a sua linguagem.
Menos entendida pelo intelecto, mais pela intuição. O que não se explica, apenas se sente e por vezes vive, excluídos todos os viés cognitivos.
Made with in Portugal
