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Livre

A Arte da Sedução

14/09/2023

“A Arte da Sedução”, de Robert Greene, é um manual sobre a sedução, nas suas diferentes formas.

Tal como noutros dos seus livros, também aqui Greene usa exemplos de personagens históricos para evidenciar a realidade dos factos. Greene, exímio contador de histórias, é mestre na arte de aprender com o que não consegue dominar. E um especialista na transmissão desse conhecimento aos demais.

“A Arte da Sedução” encontra-se dividido em quatro partes.

Na primeira, intitulada: “O personagem sedutor” apresenta-nos 10 tipos de sedutores, como a Sereia, o Amante Ideal, o Charmoso e o Anti-sedutor.

Na segunda, à qual deu o título de: “O processo da sedução”, Greene explica como este processo funciona, em duas fases.

Durante a primeira, o sedutor precisa de escolher a sua vítima, criar uma falsa sensação de segurança, enviar mensagens dúbias, aparentar ser um objeto de desejo, criar uma necessidade, tornar-se mestre na arte da insinuação, entrar no espírito do seduzido e criar tentação.

Na segunda fase, o sedutor começa por manter o suspense, usar o dom da palavra para espalhar a confusão, prestar atenção ao detalhe, poetizar a sua presença, desarmar pela estratégia, a fraqueza e a vulnerabilidade, confundir desejo com realidade e isolar a vítima.

Na terceira parte, “o precipício”

Greene leva o efeito da sedução mais longe, ao usar medidas extremas, tais como: provar quem é, regredir, acordar o transgressor e o tabu na sua vítima, usar iscos espirituais e misturar dor e prazer.

Por fim, na quarta parte, “preparar-se para a estocada final”

Greene começa por sugerir dar espaço, ou seja, o perseguidor é agora perseguido. Segue usando iscos físicos. Aconselha a dominar a arte da ousadia. E, por fim, aconselha a ter cuidado com os efeitos adversos.

Acusam-no muitas vezes de maquiavélico

Greene afirma que este, tal como outros dos seus livros, não se dirige a quem já domina a arte da sedução. Pelo contrário, a sua intenção é precisamente munir as vítimas da sedução de um manual completo sobre essa nobre arte. Para que evitem cair na esparrela e ser enganadas.

Família

12/09/2023

Num momento trágico do mundo ocidental, em que se faz gala em renegar, desencorajar, separar, criticar a família e a constituição da mesma, tive exatamente o exemplo contrário, este fim-de-semana.

A importância da família tradicional nunca foi tão fundamental quanto nos tempos que correm.

Por ocasião dos 80 anos de um tio, que convidou a família inteira (irmãos, sobrinhos e respetivos filhos) para almoçar no domingo, em Prado, terra que nos é muito querida, pelas memórias de infância e por tantas primeiras conquistas: aprender a nadar, a boiar e a andar de bicicleta, no meu caso.

O mais velho teve a iniciativa de desafiar a família toda para passarmos o fim-de-semana, já que, quando nos encontramos, é, nesta altura da vida, em ocasiões mais tristes do que felizes.

Por fazer questão que os seus filhos conhecessem a família toda. E assim fizemos, quase todos.

A nossa festa seria sábado. E que festão.

Com direito a chef e tudo, numa quinta só para nós.

Nunca me senti tão bem, tão feliz, tão acarinhada, tão bem recebida e acolhida, no meio de tanta gente. Igualmente feliz, animada, bem disposta.

A miudagem da terceira geração, quando não estava na sala de jogos, lá teve de levar connosco a cantar.

Agora somos nós os primos velhos. Em relação a quem a grande maioria da terceira geração diz pouco ou nada. Mas mostrámos que estamos aqui para as curvas, e, no dia seguinte, ainda demos um mergulho no Cávado, o nosso rio, que continua lindo.

Partilhámos as nossas e criámos novas memórias com eles.

Ficar-me-ão gravados os sorrisos de olhos quase fechados, a cantoria, a organização e os meus primos encarregues da mesma, homens como deve ser, os meus tios tão felizes e os meus primos e irmãos mais animados do que nunca. Tudo tão, tão orgânico…

“A idade assim não tem valor”.

Muito obrigada, querida família, é impossível sentirmo-nos sozinhos, com uma família tão grande e tão gira. Tão decente e tão séria, como deve ser.

À minha mãe e ao meu irmão mais novo.

E ao meu querido tio em particular, por querer celebrar connosco, sabendo o que a casa gasta… Que o seu dia tenha sido especialíssimo, pois bem o merece.

Adenda

04/09/2023

Adenda ao post anterior:

A todos os pais que estejam a lutar honestamente pela custódia dos filhos, contra mães abusivas, desequilibradas, manipuladoras, narcisistas, espero que este vídeo ajude. Por mais que ele esteja a referir-se a processos judiciais americanos, e ela a dar exemplos do Reino Unido, a estratégia serve para tribunais europeus. E ajuda muito a desconstruir a lavagem cerebral a que estamos sujeitos, há anos. Às mulheres que queiram ganhar consciência do impacto absolutamente destrutivo que o feminismo tem tido, o convite fica feito. Em inglês, é o que temos.

Ele representa a diferença entre a mentalidade da vítima e a do herói.

Embuste

03/09/2023

No meu périplo pela verdade, deixo aqui o embuste que foi e é o feminismo*: um projeto de poder marxista, criado por mulheres que odeiam os homens, por não poderem tê-los nem ser como eles, baseado em mentiras e falsidades, que não só influenciou como destruiu a vida de milhares de homens e mulheres, em todo o ocidente. Enfraquecendo os homens, num ataque sem precedentes aos mesmos, e destruindo por completo a essência do feminino, alegando que o protege. Com o objetivo único de lançar o caos social e destruir a família.

A propaganda, a melhor forma de transformar um embuste em “realidade”, está infiltrada em todo o lado, desde o entretenimento, à publicidade, não excluindo o ensino. Há mais de um século…

Mulheres e homens não são iguais, nunca foram e jamais serão, graças a Deus.

O que estas mulheres, e as que se lhes seguiram e defendem este embuste, querem são privilégios, não direitos. E conseguiram. A expensas dos homens, tão fundamentais para a vida em sociedade.

O caminho da verdade é difícil, duríssimo.

Requer um exame de consciência, desconstrução, reconhecimento das nossas projeções e respetivo recolhimento. O esforço contínuo para a desidentificação com o papel da vítima, sem dúvida, o mais difícil.  No entanto, para mim não há outro. Por mais que me custe. É a única forma de andar para a frente, de viver uma vida digna.

De resto, e como é evidente, claro que há homens abusadores, na mesma medida em que há mulheres abusadoras. Talvez estas não optem por expor os órgãos sexuais em sítios públicos, como alguns homens. Pela parte que me toca, aconteceu-me três vezes, numa delas tinha uns 10 anos. Mas contribuem ativamente para destruir a vida deles, inclusive as dos próprios filhos.

Não ajudando as mulheres, de todo. Muito menos contribuindo para a sua felicidade. Pelo contrário, usa-as e às suas características psíquicas e inatas, causando, precisamente, o caos social, diminuindo a qualidade do ensino e de todas as áreas profissionais.

Os dias que vivemos, e piores serão, são um exemplo disso.

O que não pode continuar a acontecer é classificar um género inteiro, por causa de casos pontuais. Principalmente quando o restante dos homens tem protegido e poupado as mulheres a uma série de perigos e chatices.

Queremos os homens de volta

Em colaboração e cooperação com as mulheres e não contra elas, que é o que o feminismo incendiário tem promovido, propagandeado e institucionalizado.

*Onde se repõe a verdade sobre todas as mentiras e propaganda que, ao longo de mais de 100 anos, infiltraram o ocidente, com o resultado que se vê.

Feminismo

17/08/2023

E se o feminismo não tiver passado de uma mega operação de propaganda? E todas nós manipuladas para, umas mais do que outras, cairmos na falácia? Não menosprezando todos os arquétipos femininos, naturalmente?

É longo, mas dá que pensar.

Breve nota sobre a Pearl: precisa de aprender que as mulheres não são inferiores, são apenas diferentes. E igualmente necessárias tanto na família como na sociedade.

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