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Livre

Laurence Fox

02/10/2023

Laurence Fox, um britânico muito lúcido que tem lutado contra a tirania que grassa o Ocidente nos últimos anos, é o último alvo de cancelamento no Reino Unido.

Laurence tem trabalhado, nos últimos anos, para a GB News, que se diz imprensa livre e cujos números ultrapassaram os dos canais de meios de comunicação de massas, como a BBC, Sky News, Channel 4 e quejandos, o que irritou o sistema.

Que só estava à espera de uma oportunidade para lhe cortar o pio e, de caminho, acabar com a GB News.

Entretanto, nos últimos tempos, os meios de comunicação de massas, como a BBC e etc, estavam sob fortes críticas pela forma como têm conduzido o caso Russell Brand. O que os fez impulsionar o casinho de Laurence até à exaustão, para desviar as atenções de si mesmos. Sabendo como as massas se comportam como idiotas descerebrados. O que, mais uma vez, se verificou.

A história foi a seguinte:

Um comediante britânico foi a um programa de TV falar sobre o facto inegável de o suicídio ser a maior causa de morte entre os homens com menos de 50 anos, no Reino Unido.

O assunto é muito sério.

Mas parece que não só não merece a empatia de Ava, que também lá estava a comentar o tema, como – com o narcisismo característico das feministas – ainda serve para a mesma projetar o ódio que sente pelos homens. Minimizando o problema, acusando-o de fazer parte das guerras culturais, vitimizando as mulheres. Com assuntos que não tinham rigorosamente nada a ver com o tema. Foi a tal ponto que levou a que, no fim do programa, as mulheres presentes pressionassem o homem, que lá foi falar de suicídio masculino, a fazer coisas para defender as mulheres…

Laurence Fox, no programa a que foi chamado para comentar o caso, avisando previamente os diretores do canal GB News sobre o que ia dizer, sem que ninguém lhe dissesse nada, comentou: “mas quem é que quereria ir para a cama com esta mulher”? Dando o exemplo de uma situação num bar em que, se à terceira frase uma mulher dissesse uma coisa destas, quem é que a escolheria.

(Who would shag that?)

Caiu o Carmo e a Trindade. Ava, coitadinha, ficou muito perturbada. O que, curiosamente, não acontece quando afirma, em canais de TV, que quer ver os homens aterrorizados.

Por outro lado, enquanto aqui há dias se criticava, em praça pública, Russell Brand por ter sido o “shagger of the year” por três anos seguidos, no minuto seguinte está a condenar-se um gajo por não querer shag uma mulher. (Fico contente que este comentário tenha feito Laurence rir).

Laurence estava a tentar fazer uma piada…

Que não lhe correu bem, aquele tipo de discurso é para um bar e não para um canal de TV. Mas que tem um motivo, ainda que não justifique.

Laurence, que é pai de dois rapazes, conhece de perto casos de suicídio masculino e o que acontece com as famílias. Está farto do ataque constante aos homens, heterossexuais e brancos. E de ver os seus filhos serem endoutrinados por um sistema absolutamente corrupto. Que governa contra os nacionais do próprio país, que, por sua vez, os sustenta. Porque sabe as consequências do que está a passar-se e onde isto nos está a levar.

Ainda assim, pediu desculpa. Mostrando que é um senhor.

Desculpas que não foram aceites por Ava, claro, porque não lhe interessa, nem a feminista alguma, igualdade.

O que esta gente quer é poder, mas não aceita as regras do jogo…

Eu ainda sou do tempo em que se dizia: “quem vai à guerra dá e leva”. Mas parece que há uma certa classe de pessoas que só quer dar, mas não levar.

Seria difícil que ficasse mais claro do que isto: trata-se de privilégio, não de direitos.

Claro que Laurence Fox foi suspenso, juntamente com uma série de outros jornalistas do canal. Fazendo do GB News um canal de oposição controlada.

Stay strong, Laurence.

De resto, é preciso um feminino muito destruído para ter perdido por completo a empatia a ponto de se mover por puro ódio. Fazendo disso vida e ainda achando que está a defender mulheres e a lutar pela causa. A ausência de consciência é apavorante.

Discurso de ódio

27/09/2023

A frase “discurso de ódio” banalizou-se tanto, propositadamente, que já ninguém sabe o que significa. Grupos muito específicos de gente usam-na, há décadas, para impedir o discurso, o debate, para tentar calar quem faz perguntas. É razoável, racional e lógico.

Ou simplesmente confronta, usando o mesmo tipo de discurso.

Curiosamente, esses grupos específicos de gente parecem estar acima da crítica e das mesmas acusações. Sento livres para expressar-se da forma que melhor entendem, normalmente agressiva, discriminatória, odiosa.

São vários os grupos que, nos últimos anos, têm definido a vida do resto dos mortais.

As definições de palavras como ódio e abuso, entre outras, têm sido propositadamente alteradas para que nelas caibam o que quisermos que caiba. Qualquer um pode acusar outro, normalmente aos berros, de discurso de ódio. No entanto, e aparentemente, só serve para um lado, pelo menos nos dias que correm.

A instrumentalização e redefinição de palavras é sempre a arma dos ditadores.

E, ou bem que o critério é para todos, ou talvez seja hora de parar, dar um passo atrás e voltar às origens e às definições exatas do que as coisas são.

Que é como quem diz: dar nomes aos bois…

Um desses grupos vê-se agora atacado, exatamente com as mesmas armas que têm usado há mais de um século. E, sem surpresas, parece que não gostou. Se esse grupo almejasse de facto à igualdade (não almeja, almeja a privilégios) faria um exame de consciência e perceberia os seus erros. No entanto, como, tal como os que agora fazem o mesmo, se trata de um projeto de poder, vai continuar a vitimizar-se e a atacar os que agora querem encostar esse grupo a um canto. Estamos aqui para ajudar, por isso, é fazerem-se a pergunta:

Será o feminismo um grupo de ódio?

Tipos Psicológicos

25/09/2023

De acordo com Carl Jung e o MBTI, tanto os tipos como as funções psicológicas estão presentes em todos os seres humanos, manifestando-se mais ou menos, conforme as preferências do nosso tipo, a educação e o ambiente sociocultural em que nos inserimos. Para Jung, existem dois tipos psicológicos, introvertido e extrovertido, e quatro funções: sensação e intuição, pensamento e sentimento. Posteriormente, ao desenvolverem o instrumento que permite descobrir quais os tipos e funções preferenciais, com base na teoria dos tipos psicológicos de Jung, Isabel Myers e Katharine Briggs acrescentaram as funções: perceção e julgamento, criando assim o MBTI (Myers Briggs Type Indicator), reconhecidas por Jung.

Aqui fica um resumo dos dois tipos e das seis funções:

Introversão e Extroversão

Os introvertidos são pessoas cuja energia provem do seu mundo interno, sendo, em geral, mais reservados, calmos e reflexivos. Os extrovertidos, por outro lado, são pessoas cuja energia provem do mundo externo, sendo em geral mais sociáveis, faladores e ativos. Os introvertidos tendem a ficar muito cansados quando expostos ao mundo externo, por longos períodos de tempo. Ao passo que os extrovertidos tendem a ficar deprimidos quando passam muito tempo sozinhos ou em espaços fechados. Os introvertidos guardam o melhor de si para os amigos íntimos, parecendo reservados e distantes em relação aos extrovertidos, que, por sua vez, partilham o melhor de si com os outros, parecendo voláteis e pouco comprometidos em relação aos introvertidos.

Sensação e Intuição

As pessoas com preferência pela função sensação apreendem conhecimento por dados e factos, onde se incluem os cinco sentidos, sendo mais práticas e objetivas. As pessoas com preferência pela função intuição apreendem conhecimento por uma visão mais ampla e abrangente, sendo mais abstratas e imaginativas. Preferem o mundo das ideias e possibilidades, por oposição ao dos dados concretos e exatos, como é o caso da preferência pela função sensação.

Pensamento e Sentimento

As pessoas com preferência pela função pensamento são mais lógicas e racionais, tomando decisões com base na lógica e na razão. Já as pessoas com preferência pela função sentimento são mais subjetivas e emocionais, tomando decisões com base no impacto que estas terão sobre os demais.

Julgamento e Perceção

As pessoas com preferência pela função julgamento preferem planear com antecedência tudo o que vão fazer, são mais estratégicas e ponderadas. Já as pessoas com preferência pela função perceção preferem a espontaneidade, decidindo no momento o que fazer, pois preferem manter as opções em aberto.

Segundo Carl Jung, e de acordo com o seu Processo de Individuação, o objetivo de cada um é fazer as pazes com o seu oposto, nomeadamente, o introvertido fazer as pazes com o extrovertido que há em si, o tipo sensação com o tipo intuição, e assim sucessivamente, para que todas as funções e ambos os tipos, introvertido e extrovertido, possam conviver de forma amena, o que ajuda não só ao desenvolvimento da personalidade como à melhoria das relações interpessoais.

Desprogramar

21/09/2023

Desprogramar leva tempo. Reverter os efeitos da lavagem cerebral que o feminismo tem feito, pela via da propaganda, na imprensa, nas escolas e universidades, no entretenimento, demora. Mas é fundamental.

Uma das formas é confrontar os exemplos de que somos testemunho com a narrativa que é veiculada. Analisarmos a nossa responsabilidade, se for o caso, contactar pessoas, fazer as perguntas incómodas.

Ou podemos começar por este vídeo.

Outra forma de desprogramar seria tentar perceber como o feminismo tem sido usado para destruir por completo as relações entre homens e mulheres, não beneficiando nem uns nem outros, ao contrário do que as mulheres possam pensar. Porque, se forem verdadeiramente honestas convosco, constatam que, no fundo, no fundo, não estão mais felizes, equilibradas ou satisfeitas…

Homens e mulheres não são iguais, nunca foram e jamais serão.

Ao desprogramar, podemos constatar que, por mais que nos custe, tanto homens quanto mulheres abusam física, emocional e psicologicamente uns dos outros. Curiosamente, os maiores  abusos a crianças são feitos por mulheres… Ambos são tóxicos, a toxicidade não pertence apenas ao sexo masculino. Pessoalmente, não conheço gente mais tóxica do que as feministas e ativistas de todo o tipo.

Além disso, os homens tendem a proteger mulheres e crianças,  não a atacá-las.

Assim, desprogramar é assumir um compromisso com a verdade. No entanto, e para tal, é preciso almejar a algo mais nobre do que o poder, indo mais fundo. Até descobrirmos o que de facto é bom para nós, a todos os níveis.

Arquétipos e Inconsciente Coletivo

20/09/2023

De acordo com Carl Jung, os arquétipos estão na génese do inconsciente coletivo, desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento da personalidade.

Arquétipos são símbolos, imagens ou padrões universais, comuns a toda a humanidade. Independentemente da cultura ou da época, que se manifestam nos sonhos, na arte e na mitologia. E que refletem tanto temas quanto padrões de comportamento universais.

O inconsciente coletivo é onde esses arquétipos se encontram.

Jung defendia que, quando nascemos, somos apenas inconsciente coletivo. E que, à medida que a psique se desenvolve, o conteúdo de alguns arquétipos é integrado na consciência. Ficando o restante na sombra da mesma, ao qual deu o nome de complexo.

A cada arquétipo não integrado corresponde um complexo.

Complexos esses que são os responsáveis por muitos dos nossos comportamentos, atrações, repulsas, reações e emoções.

Postulando que a integração dos conteúdos sombrios, ou seja, não integrados na consciência do ego, é essencial para o desenvolvimento da personalidade.

Pelo seu simbolismo universal, os arquétipos permitem-nos integrar, sem racionalizar, conteúdos até então desconhecidos. Contribuindo tanto para uma melhor compreensão das nossas emoções quanto para o desenvolvimento de um maior sentido de identidade.

Por outro lado, o inconsciente coletivo também é fonte de criatividade e inspiração.

Que nos permite aceder ao nosso Eu divino, o Self, e a partir do qual toda a criação nasce, do ponto de vista da totalidade psíquica.

Assim, o inconsciente coletivo e seus arquétipos são o meio pelo qual nos conectamos de verdade. Connosco, com os outros e com o mundo ao nosso redor. Independentemente das diferenças e sem que a individualidade precise de ser sacrificada.

Para Jung, o grande objetivo do desenvolvimento da personalidade é chegar à totalidade da identidade.

À união psíquica entre todas as partes que a compõem, ao qual chamou Processo de Individuação.

No qual nos tornamos conscientes da nossa sombra, do nosso Eu divino e do nosso potencial, momento em que voltamos a ser nós mesmos, verdadeiramente. Defendendo que os arquétipos e o inconsciente coletivo desempenham um papel fundamental na individuação, dando a orientação e o apoio de que precisamos para nos tornarmos os indivíduos que estamos destinados a ser.

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